sábado, 21 de abril de 2012

21 DE ABRIL





Fundação de Brasília

Antes de ser construída, a capital do Brasil, foi profetizada em Turim, Itália, pelo padre salesiano João Bosco. Ele sonhou que uma grande civilização iria nascer entre os paralelos 15 e 20 exatamente no local em que Brasília foi construída.
O desejo de mudar a capital do Brasil para o interior era antigo. Em 1716, o Marquês de Pombal aventou essa necessidade, visto que uma capital no litoral - como o foram Salvador e Rio de Janeiro - poderia ser facilmente tomada de assalto por nações inimigas.
Em 1821, José Bonifácio de Andrada e Silva sugeriu o nome "Brasília", quando era vice-presidente da junta que cuidava do assunto da interiorização da capital.
Aniversário de Brasília
Somente na primeira Constituição da República, em 1891, foi estabelecido o local onde deveria ser construída a futura capital brasileira. Durante as festividades do centenário da Independência do Brasil, em 7 de setembro de 1922, foi lançada no morro da Capelinha, em Planaltina, a pedra fundamental do Distrito Federal. Estava definitivamente marcado o local que seria o berço da grande civilização profetizada por Dom Bosco.
Somente a partir de 1956, com a eleição de Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília começou a ser construída. Foi criada a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (NOVACAP) com Oscar Niemeyer na diretoria de arquitetura e urbanismo.
A NOVACAP abriu concurso para a escolha do plano-piloto, cujo vencedor foi Lúcio Costa.
Em pouco tempo, fiaram prontos não só os desenhos de todos os prédios públicos, como também os de grande parte dos residenciais. Lúcio Costa criou o projeto urbanístico de Brasília, partindo do traçado de dois eixos que se cruzavam em ângulo reto, como uma cruz. Esses eixos foram chamados de Rodoviário e Monumental.
O Eixo Rodoviário, que cortava as áreas residenciais do plano piloto, foi levemente arqueado; a cruz tomou a forma de um avião, dando origem às famosas Asa Norte e Asa Sul.
O Eixo Monumental, com 16 quilômetros de extensão, foi destinado às autarquias e aos monumentos. Foi dividido em três partes: lado leste, com prédios públicos e palácios do governo; centro, com a rodoviária e a torre de TV; lado oeste, com os prédios do governo do Distrito Federal.
Em frente ao Palácio da Alvorada, foi construída a Ermida Dom Bosco, em homenagem ao padre salesiano.
Aos 21 de abril de 1960, após mil dias de construção, o presidente Kubitschek inaugurou Brasília, a nova capital do Brasil, instalando o Distrito Federal. Em 1987, Brasilia foi declarada patrimônio histórico da humanidade pela Unesco.

Dia das Polícias

Missão da Polícia Civil

Agir na defesa da sociedade e preservação da ordem pública, promovendo e participando de medidas de proteção à sociedade e ao indivíduo, exercendo com excelência suas atribuições, ou seja, a apuração das infrações penais e a identificação de sua autoria.
Objetivos
Garantir a segurança dos cidadãos;
Investigar e descobrir os crimes que não puderam ser prevenidos, colhendo e transmitindo às autoridades competentes os indícios e provas, indagando quais sejam os seus autores e cúmplices, concorrendo eficazmente para que sejam levados aos tribunais.
Política da Qualidade
Buscar a Excelência
Diretrizes
Obediência à hierarquia e à disciplina;
Respeito à dignidade da pessoa humana, garantindo a integridade física e moral da população;
Preservação da ordem, repelindo a violência e fazendo observar as leis;
Atuação na defesa civil, prestando permanentes serviços à comunidade;
O exercício da função policial com probidade, discrição e moderação;
Conduta funcional dentro de padrões éticos e morais.
Visão de futuro
A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul como referencial de excelência no desempenho de suas atribuições em defesa da sociedade.
Clientes
Atua na área de segurança pública prestando os seus serviços para toda a população do Estado.
Funcionamento
A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso do Sul executa um serviço distinto da generalidade dos serviços públicos. O trabalho policial é complexo, característico, ininterrupto, requerendo daqueles que o executam, atenção contínua, disciplina, dedicação, prudência, discrição, iniciativa, presteza, decisão, perspicácia, urbanidade e abnegação.
Desconhece, o funcionário policial, horário, condições climatéricas, distâncias e riscos. Assim é o funcionamento da nobre atividade policial.


Dia do Metalúrgico
De acordo com o Dicionário Houaiss, a metalurgia é o "ramo da engenharia que se ocupa da produção de metais e de suas ligas, bem como de sua adequação ao uso", como também é o "estudo das reações químicas que intervêm nos processos de fabricação dos metais e das propriedades físicas, químicas e mecânicas dos materiais metálicos". 
O grande progresso tecnológico que a humanidade atingiu deve-se, em grande parte, à evolução do domínio dos metais. De acordo com o Dicionário Houaiss, a metalurgia é o "ramo da engenharia que se ocupa da produção de metais e de suas ligas, bem como de sua adequação ao uso", como também é o "estudo das reações químicas que intervêm nos processos de fabricação dos metais e das propriedades físicas, químicas e mecânicas dos materiais metálicos".
A Revolução Industrial, ocorrida no século XVIII, acelerou o progresso da metalurgia ao substituir a mão-de-obra pelas máquinas, nas fábricas. O metal começou a ser utilizado em larga escala na fabricação de equipamentos, dando origem à chamada "indústria de base", especializada na transformação dos metais para aplicação em outras indústrias.
O progresso industrial floresceu no Brasil a partir da década de 1930, em razão da queda da economia cafeeira. Com o advento da produção em série e em larga escala, muitos trabalhadores deixaram o campo, em busca de emprego na cidade.
Surgiu o operário industrial, o operador de máquinas, o encarregado de produção nos mais variados tipos de indústria. Assim, surgiu o metalúrgico.
O metalúrgico é, antes de tudo, um especialista. No início da indústria, eram empregados os ferreiros, armeiros e pessoas que tivessem conhecimento das ligas metálicas e de como trabalhar o metal. Nos dias de hoje, o metalúrgico se divide entre os diversos ramos da metalurgia, de acordo com seu nível de conhecimento. O de formação técnica e especializada atua no chamado "chão de fábrica", dando forma e acabamento aos diversos produtos derivados dos metais.
O de formação superior e científica - o engenheiro metalúrgico - se ocupa da extração de minérios, da sua transformação em metais e ligas metálicas e da sua utilização na produção de máquinas, estruturas metálicas ou peças. Cabe a ele a tarefa de adequar os materiais metálicos às funções a que serão submetidos. Esse ofício exige um profundo conhecimento da composição e das características dos metais.
Por constituírem uma das mais numerosas classes de trabalhadores do país, os metalúrgicos se organizaram em fortes sindicatos para lutar pelos direitos da categoria.
Sua grande força política e formadora de opinião fez surgir muitos nomes famosos, que hoje representam a classe trabalhadora no cenário político nacional. Um exemplo é o presidente da República Luís Inácio Lula da Silva, eleito para os mandatos de 2003 e 2007.
Foi aposentado como torneiro-mecânico e foi fundador e primeiro Presidente do partido dos Trabalhadores (PT).


Tiradentes




Independência do Brasil, nasceu no ano de 1746 na Fazenda do Pombal, próxima ao arraial de Santa Rita do Rio Abaixo, entre a Vila de São José, hoje Tiradentes, e São João del-Rei.
Filho do português Domingos da Silva Santos, proprietário rural, e da brasileira Antônia da Encarnação Xavier, o quarto dos sete irmãos, ficou órfão aos 11 anos, não fez estudos regulares e ficou sob a tutela de um padrinho, que era cirurgião.
Tiradentes
Tiradentes
Trabalhou como mascate e minerador e tornou-se sócio de uma botica de assistência à pobreza na ponte do Rosário, em Vila Rica, e se dedicou também às práticas farmacêuticas e ao exercício da profissão de dentista, o que lhe valeu o cognome Tiradentes.
Com os conhecimentos que adquirira no trabalho de mineração, tornou-se técnico em reconhecimento de terrenos e na exploração dos seus recursos, começou a trabalhar para o governo no reconhecimento e levantamento do sertão brasileiro.
Depois alistou-se na tropa da capitania de Minas Gerais e foi nomeado pela rainha Maria I, comandante da patrulha do Caminho Novo (1781), estrada que conduzia ao Rio de Janeiro, que tinha a função de garantir o transporte do ouro e dos diamantes extraídos da capitania.
Nesse período, começou a criticar a espoliação do Brasil pela metrópole, que ficava evidente quando se confrontava o volume de riquezas tomadas pelos portugueses e a pobreza em que o povo permanecia. Insatisfeito por não conseguir promoção na carreira militar, alcançando apenas o posto de alferes, pediu licença da cavalaria (1787).
Morou por volta de um ano na capital, período em que desenvolveu projetos de vulto como a canalização dos rios Andaraí e Maracanã para melhoria do abastecimento de água do Rio de Janeiro, porém não obteve deferimento dos seus pedidos para execução das obras. Seus projetos foram rejeitados pelo vice-rei, sendo mais tarde construídos por D. João VI. Esse desprezo fez com que aumentasse seu desejo de liberdade para a colônia.
De volta a Minas Gerais, começou a pregar em Vila Rica e arredores, a favor da independência do Brasil. Organizou um movimento aliado a integrantes do clero e pessoas de certa projeção social, como Cláudio Manuel da Costa, antigo secretário de governo, Tomás Antônio Gonzaga, ex-ouvidor da Comarca e Inácio José de Alvarenga Peixoto, minerador.
O movimento ganhou reforço ideológico com a independência das colônias americanas e a formação dos Estados Unidos. Fatores regionais e econômicos contribuíram também para a articulação da conspiração de Minas Gerais, pois na capitania começara a declinar a mineração do ouro.
Os moradores já não conseguiam cumprir o pagamento anual de cem arrobas de ouro destinado à Real Fazenda, motivo pelo qual aderiram à propaganda contra a ordem estabelecida.
O sentimento de revolta atingiu o máximo com a decretação da derrama, uma cobrança forçada de 538 arrobas de ouro em impostos atrasados (desde 1762), a ser executada pelo novo governador de Minas Gerais, Luís Antônio Furtado de Mendonça, visconde de Barbacena.
O movimento se iniciaria na noite da insurreição: os líderes da inconfidência sairiam às ruas de Vila Rica dando vivas à república, com o que ganhariam a imediata adesão da população.
Porém, antes que a conspiração se transformasse em revolução, foi delatada pelos portugueses Basílio de Brito Malheiro do Lago, Joaquim Silvério dos Reis e o açoriano Inácio Correia de Pamplona, em troca do perdão de suas dívidas com a Fazenda Real.
E assim, o visconde de Barbacena suspendeu a derrama e ordenou a prisão dos conjurados (1789).
Avisado o inconfidente escondeu-se na casa de um amigo no Rio de Janeiro, porém foi descoberto por Joaquim Silvério que sabia de seu paradeiro, já que o acompanhara em sua fuga a mando de Barbacena.

Escuartejamento de Tiradentes

Escuartejamento de Tiradentes
Escuartejamento de Tiradentes
Preso, assumiu toda a culpa pela conjuração e após um processo que durou três anos, foi o único que não mereceu clemência da rainha dona Maria I, pois condenado à morte junto com dez de seus companheiros, estes tiveram a pena comutada por favor real. E assim, numa manhã de sábado (21/04/1792), o condenado percorreu em procissão as ruas engalanadas do centro da cidade do Rio de Janeiro, no trajeto entre a cadeia pública e o largo da Lampadosa, atual praça Tiradentes, onde fora armado o patíbulo.
Executado, esquartejado e salgado; sua cabeça foi colocada dentro de uma gaiola, levada para Ouro Preto e exposta em um poste, suas pernas cravadas em postes na Estrada das minas e os braços levados para Barbacena.
Com seu sangue lavrou-se a certidão de que estava cumprida a sentença, e foi declarada infame sua memória. Essa conspiração ficou sendo conhecida como Inconfidência Mineira.

 

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