Marmorização... como fazer !
A Técnica da Marmorização, embora aparentemente seja bastante
fácil, requer muita habilidade e paciência, uma vez que, por vezes, há a
necessidade de refazer-se parte da superfície ou da peça, por não
obter-se os resultados esperados de início.
Em contrapartida, o trabalho com tinta esmalte facilita, uma vez que sua diluição em aguarráz faz com que esta se mantenha nas condições de uso.
Em contrapartida, o trabalho com tinta esmalte facilita, uma vez que sua diluição em aguarráz faz com que esta se mantenha nas condições de uso.
Necessita que se tenha sempre um mostruário à mão, uma vez que cada tipo de mármore tem veios e cores diferentes.
Experimente antes, em peças de eucatex de amostra, uma vez que requer paciência e dedicação.
Experimente antes, em peças de eucatex de amostra, uma vez que requer paciência e dedicação.
. Peça a ser texturizada
. Tinta Esmalte
. Solvente (aguarráz ou similar)
. Pano de malha
. Cotonetes (*)
. Recipientes para o preparo das tintas coloridas
. Pincel para aplicar as tintas na peça
. Verniz de acabamento (*) Opcional para intensificar e facilitar a elaboração dos veios. deve ser usado embebido em aguarráz
Esta técnica utiliza como FERRAMENTA principal, uma pano de malha
dobrado, feito de acordo com o ilustrado na sequência de fotos.
Alguns tipos de mármore requerem o uso de um cotonete, por ter em áreas pequenas em formas poligonais fechadas, impossibilitando o uso de um dos dedos envolto no pano, bem como para facilitar juntar a tinta em veios.
Alguns tipos de mármore requerem o uso de um cotonete, por ter em áreas pequenas em formas poligonais fechadas, impossibilitando o uso de um dos dedos envolto no pano, bem como para facilitar juntar a tinta em veios.
GUARDAR O PANO ENQUANTO DURAR O SERVIÇO DE MARMORIZAÇÃO DE UM DETERMINADO TIPO.
Esta técnica requer somente o preparo do pano de malha dobrado
embebido em solvente, uma vez que a tinta à óleo seca mais rapidamente
que a tinta Acrílica.
Deve sempre ser usado embebido em solvente tipo aguarráz.
O FUNDO DA PEÇA PODERÁ SER DE QUALQUER COR, DE PREFERÊNCIA A DA
AMOSTRA EM SEU PODER. SUGERIMOS QUE SE INICIE PELO MÁRMORE COM FUNDOS
BRANCOS E DE UMA SÓ COR, TIPO ACINZENTADO, PARA PEGAR A PRÁTICA NA
TÉCNICA E OBSERVAR AS NUANÇAS QUE CADA UM REQUER.
Com a peça ou a superfície com a base já pronta, como ilustrado
na foto, dar uma demão de tinta - preferencialmente tinta esmalte, na
cor de sua preferência.
A tinta deverá ser aplicada normalmente.
MÁRMORES COLORIDOS DEVEM SER FEITOS UMA COR DE CADA VEZ, PORÉM
AGUARDANDO A TINTA ANTERIOR SECAR PARA NÃO BORRAR OU MISTURAR. CASO
QUEIRA A MISTURA, ACRESCENTAR AGUARRÁZ AO PANO E "ESPONJAR" OU MOVER A
TINTA COM O PRÓPRIO PANO.
Em seguida, com a tinta bem fresca, pegue o pano de malha
dobrado, conforme especificado em "FERRAMENTA" , umedecido em aguarrás e
inicie movimentos circulares.
MOLHAR SEMPRE O PANO EM AGUARRÁZ PARA QUE A TINTA FIQUE FRESCA
ENQUANTO SE TRABALHA, COM O CUIDADO DE NÃO DISSOLVÊ-LA POR DEMAIS, A NÃO
SER QUE O MÁRMORE ESCOLHIDO ASSIM REQUEIRA.
Caso a tonalidade da tinta não esteja de acordo, modificá-la como necessário, e reaplicar sobre a superfície ainda molhada.
TOMAR CUIDADO QUANDO USAR A MARMORIZAÇÃO COM MAIS DE UMA COR.
DEVE-SE INICIAR PELA COR PRINCIPAL (A DE FUNDO). AS SECUNDÁRIAS, DEVEM
SER APLICADAS COM PINCEL NAS ÁREAS EM QUE SE VAI PASSAR O PANO,
RETOCANDO-O COM "ESPONJADO" AO SEU REDOR, UNINDO-O AOS VEIOS PRINCIPAIS,
TAL QUAL NAS AMOSTRAS.
Em seguida, faça movimento com a malha, tentando juntar, por um
lado e pelo o oposto, a tinta, como se fosse fazer veios, tais como os
existentes nos mármores.
ao mesmo tempo em que se vai "juntando" a tinta fresca em veios,
pode-se aproveitar o pano para fazer um esponjado ao redor destes mesmos
veios.
Os movimentos poderão ser tais que os veios feitos de tinta
tenham direções diferentes, uns cruzando, por vezes os outros,
evitando-se repetições de veios paralelos, .
Estes, poderão ser feitos se a amostra do mármore assim exigir.
Observar as tonalidades e cores da amostra, e usar sempre o mesmo
pano, independente da cor da tinta, uma vez que nas amostras em geral,
as cores são praticamente unidas umas ás outras, tendo-se matizes
diferentes na mistura das tintas.
Por vezes algumas delas irão necessitar que ao invés de pano, se
trabalhe com um cotonene, principalmente se as areas forem muito
pequenas tornando impossível trabalhar com o pano em tal desenho.
Pode-se fazer os veios com um pincel fino, nas áreas em que não se consiga com o pano ou cotonete, um resultado satisfatório.
No entanto, devem ser feitos, seguindo-se um esponjado suave ao redor, para não ficar excessivamente marcados e artificiais.
Pode-se fazer os veios com um pincel fino, nas áreas em que não se consiga com o pano ou cotonete, um resultado satisfatório.
No entanto, devem ser feitos, seguindo-se um esponjado suave ao redor, para não ficar excessivamente marcados e artificiais.
Esperar secar bem e passar um verniz em toda a superfície com rolo ou pincel.
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